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A API pública tem uma rota: POST /public/verifications. O seu servidor cria a verificação com ela, e tudo o que precisa saber depois chega por webhook.
Sandbox e produção usam o mesmo host. O que separa os dois é a chave.

O ciclo

1

O seu servidor cria a verificação

POST /public/verifications com o header X-API-Key. Devolve o public_id e a entrada da jornada.
2

A pessoa percorre a jornada

O widget abre com a credencial que veio na entrada e conversa com a Legitimuz sozinho.
3

O seu servidor recebe a decisão

verification.decided chega assinado ao seu endpoint.
As rotas que o widget usa durante a jornada não são contrato público. Elas mudam junto com as telas. Chame só POST /public/verifications.

Autenticação

Header X-API-Key, com a chave da integração (lz_...). A chave não é aceita no corpo nem na query string. Detalhes em autenticação.

Convenções

  • Datas em ISO 8601, em UTC.
  • schema_version no topo de todo corpo. Hoje, "1.0".
  • Requisições usam schema fechado: campo desconhecido é recusado.
  • Respostas são aditivas: campo novo pode aparecer, e o seu cliente ignora o que não conhece.
  • Toda resposta traz X-Request-Id. Registre-o: é o que localiza uma chamada no suporte.

Páginas

Criar verificação

Corpo, resposta, idempotência e códigos.

Status

Os cinco valores e o que cada um significa.

Erros e limites

O envelope, o catálogo e o comportamento diante de 429.